"todas as cartas de amor são ridículas". Álvaro de Campos
vai direto, de um para o outro, a substância pura. igual respirar o ar dentro do pulmão de quem se ama.
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um amor, tão naturalizado, que não saberia dizer assim: amor. seria dar outro nome para o que sou eu mesma por e com você.
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e o mar é a grande coisa uma só.
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que se encontrarão no mesmo o grande mar todo.
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apesar do luto, meu movimento maior é retornar, sempre, com meu gesto único de amor.
4 comentários:
Poema bonito. Mas a primeira estrofe... A primeira estrofe é mais que isso!
tão naturalizado, que não saberia dizer assim.
dissolvente
beijo
Faço das palavras de ana c.c., minhas: "doçura venenosa, de tão funda".
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